Jornal dos Filhos da Caridade, editado pela Fraternidade Anizan
Domingo, 6 de Fevereiro de 2011
Notícias - Fevereiro 2011

A casa de Formação dos Filhos da Caridade está propriamente terminada. Os formandos já residem aí. Neste momento está a decorrer o noviciado e postulantado.

 

 

 

 

É uma casa simples, com as condições necessárias para a vida do dia-a-dia da formação e também para encontros e retiros com jovens e outras actividades do Instituto, assim como outras actividades que sejam solicitadas.

 

FORMAÇÃO.

O NOVICIADO: tem pernas para andar, tem sido muito enriquecedor, quer para o mestre, quer para o noviço. Para o mestre, dá-lhe a oportunidade de voltar a fazer o seu “segundo noviciado”: rezar, reflectir, estudar, parar, etc. Para o noviço, é uma das oportunidades únicas que tem de se encontrar consigo mesmo, com Cristo e com as realidades que tem á sua frente. A experiência tem sido maravilhosa.

 

POSTULANTADO: tempo de discernimento, conhecimento de si mesmo e da espiritualidade e carisma dos Filhos da Caridade. Os jovens vão fazendo o seu caminho, caminhando, ajudados pelo seu responsável. Estão felizes e com vontade de seguirem.

 

PASTORAL VOCACIONAL: O Padre Valdemar esteve em Macieira de Cambra a animar um retiro para jovens do Crisma. Foi interessante, deixou algumas interrogações aos jovens.

Outros encontros e retiros irão realizar-se neste semestre em algumas Paroquias e na casa de formação.

 

FORMAÇÃO PERMANENTE

De 16 de Janeiro a 13 de Fevereiro temos a sessão Internacional dos filhos da Caridade que têm entre 10 e 15 anos de ministério. É uma etapa importante na vida pessoal e pastoral dos participantes.


Temas:

publicado por apartilha às 17:21
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Vai, anuncia o Evangelho aos pobres

É com grande alegria e satisfação que nesta altura os elementos do grupo da Fraternidade Anizan do Barreiro olham para o presente e futuro! Após o enraizamento das principais estruturas deste grupo, começa agora uma nova fase em que todos estamos expectantes com os projectos definidos para este ano, os quais reflectem a realidade das ambições e vontades que entre nós se partilham.

 

Tal como a mensagem que o Padre Anizan nos deixou pelas suas experiências e pela sua dedicação a nobres e justas causas, também o nosso grupo tem preocupação e desejo de ajudar aqueles que, quer no espírito interior, quer no seio das comunidades onde se encontram inseridos, estão de facto bastante debilitados, descrentes, ignorados ou afastados, sujeitos a descaminhos, vulneráveis no seu espírito e vulneráveis a uma sociedade que os tende a afastar ou simplesmente ignorar.  

 

Falemos desses projectos, da forma como pretendemos realizá-los e a quem se dirigem. Qual a mensagem ou mensagens que com este projecto, queremos transmitir?

Numa primeira fase a nossa acção vai desenvolver-se em palestras realizadas em escolas para crianças e jovens, abordando assuntos de responsabilidade social, como sejam a delinquência, a toxicodependência, a violência infantil e juvenil, a prostituição, o abandono escolar e o bulling.

As nossas crianças e jovens são todos os dias confrontados com estas situações, mas nem sempre, ou na maioria das vezes, têm oportunidade de os abordar com pais ou outros adultos, dado o ritmo a que hoje todos somos sujeitos.

Com estas palestras pretendemos esclarecê-los, alertá-los, ouvi-los e ajudá-los a dar-lhes uma orientação para a vida, que não passe por experiências negativas e desenvolver-lhes a sua responsabilidade social para consigo, com os outros e com o meio que os envolve.

Outro dos grupos a que dedicaremos uma especial atenção são os idosos, estando programados encontros convívio para abordar temas relativos à sua segurança, quando estão em casa, muitas vezes passando grande parte do dia sozinhos, sujeitos aos mais diversos perigos que conhecemos, como é o caso dos burlões que usam das melhores argumentações apenas com a finalidade de extorquir valores materiais. Também na rua tentam das mais variadas formas ludibriar e recolher informações preciosas para uso e abuso destas vítimas mais frágeis e fáceis de alcançar.

Estes encontros têm também o objectivo de ultrapassar alguma solidão a que este grupo etário muitas vezes é deixado, muitas das vezes até pelas próprias famílias.

Estas palestras e encontros são suportados por alguma informação fornecida em parceria pela GNR procurando chegar a um maior número de pessoas que delas necessitem, pois a nossa grande preocupação é chegar mais perto destes “pobres” rejeitados e muitas vezes marginalizados pela própria sociedade que não os sabe educar e acolher.

Tal como nos transmitiu Anizam, também nós pedimos ao Senhor Nosso Deus que nos coloque no caminho daqueles que precisam de apoio, amparo e amor.

Henrique, Fraternidade Anizan, Jan 2011

 



publicado por apartilha às 16:39
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Apelo do amor

 

Falar na decisão de adoptar é falar da necessidade de amar incondicionalmente, numa entrega verdadeira e genuína. Foi com este espírito, e depois de muito ponderar, que nos lançámos nesta aventura que nos virou a vida de pernas para o ar, mas também nos deu a oportunidade de olhar mais para o outro, deixando para mais tarde os nossos afazeres pessoais e as nossas preocupações.

Jamais nos arrependeremos da decisão tomada, antes pelo contrário, nada nos faria voltar atrás. Os outros olham-nos com admiração e felicitam a nossa coragem. Não foi um acto de coragem, mas sim uma dádiva de Deus, que estará sempre ao nosso lado nesta importante tarefa de pais e educadores, tentando ser exemplos de vida para as nossas duas lindas filhas.
Tudo começou no dia 13 de Outubro de 2006, data em que entregámos na Segurança Social de Setúbal os questionários individuais de candidatos à adopção.

Passada a primeira visita domiciliária e consequente definição de objectivos restava-nos esperar que os técnicos analisassem o nosso processo, para que nos pudesse ser passado o «Certificado de Selecção de Candidato a Adoptante», documento que recebemos 5 meses depois. A partir deste momento começou uma longa e penosa espera de dois anos em que a todo o momento ansiávamos por um contacto.

Durante todo esse tempo fomos percebendo como era importante conhecer as pessoas certas, que nos pudessem ajudar e tornar a espera menos longa. Alguns contactos foram surgindo.

 Não podemos esquecer alguns amigos que prontamente se ofereceram para nos ajudar. Há um amigo especial que vamos para sempre guardar no nosso coração, o Padre Zé Manel (que mais tarde as baptizou!...), que nunca nos esqueceu neste momento tão difícil das nossas vidas. Hoje estamos certos que foi graças à sua força e ajuda que trouxemos para casa as nossas duas queridas filhas.

Dois anos depois somos então chamados à Segurança Social para consultar o processo das meninas, a mais velhinha tinha tido uma vida difícil, nada que muito amor e um grande colo não superassem. O processo não tinha fotos, mas isso não nos impediu de dizer SIM…. Estávamos decididos… aquelas meninas eram as nossas filhas.

Durante o tempo de espera, o Senhor deu-nos o privilégio de peregrinar rumo à Terra Santa. Foi uma viagem que jamais esqueceremos. Falamos desta viagem porque hoje sabemos que foi dela que trouxemos o sinal que iríamos ser pais.

Houve dois lugares que nos marcaram profundamente. Um foi a basílica da anunciação, local onde o coração de Maria recebeu a noticia que iria ser mãe do Salvador, local onde as nossas filhas nasceram no coração do pai. O outro lugar que muito nos marcou foi o muro das lamentações em Jerusalém, onde um simples pedido da mãe, enrolado num pequeno pedaço de papel, se transformou num silencio e numa força que só ela sentiu, como se mais ninguém estivesse à sua volta.

Foi mais tarde que compreendemos estes sinais, quando no mês de Junho desse mesmo ano recebemos a resposta da Segurança social e vimos pela primeira vez, com os olhos rasos de água, as fotos das nossas lindas filhas.

Hoje olhamos para elas e sabemos que, nelas, estamos a ver o verdadeiro rosto de Deus . Estamos felizes e essa felicidade é a quatro, em família unida para o que der e vier.

MariaJosé e António, Fraternidade Anizan, Jan 2010

 



publicado por apartilha às 16:26
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Um caminho a percorrer

Estou no Instituto dos Filhos da Caridade há cinco meses. Iniciei o Postulantado no dia um de Dezembro de 2010.

Embora seja ainda cedo para fazer uma avaliação sobre estes meses no Instituto, posso dizer que tem sido muito boa esta minha experiência vocacional, tanto a nível pessoal como espiritual.

 

Tomar a decisão de entrar no Seminário não foi uma decisão difícil, porque já alguns meses, antes de entrar, sentia dentro de mim uma vontade enorme de entrar numa casa de formação. Por várias ocasiões o Padre Valdemar fez-me o convite de fazer uma experiência vocacional no Instituto dos Filhos da Caridade, mas a resposta da minha parte nunca chegou a ser positiva, recusando sempre.

 

No grupo de jovens para o Crisma, no qual eu fazia parte, várias vezes a catequista dizia: “eu rezo todos os dias para que saia um sacerdote aqui do nosso grupo”, e eu, como todos, ria-me sem dar muita importância ao que ela dizia.

 

Com o passar do tempo, conhecendo diversos sacerdotes, fizeram despertar em mim a importância e quão é belo o serviço que desenvolvem dentro e fora da Igreja e de certa forma o facto de pertencer ao grupo de acólitos da Paroquia, ajudou-me a estar mais perto de Cristo e de senti-lo de uma forma muito diferente.

 

Em Setembro, o Padre Valdemar voltou a fazer o convite se não gostaria de fazer a experiência de viver um tempo, em comunidade e aí fazer o discernimento vocacional.

 

Pensei que era o momento de dar esse novo passo na minha vida, mas ainda tinha uma certa vergonha do que as pessoas, ou amigos que conheço, achariam, o que iriam dizer a respeito desta decisão.

 

Actualmente esta vergonha e medo desapareceram, estou feliz pela decisão que tomei e espero que se mantenha para sempre.

 

Quero agradecer a Deus pelas graças recebidas, por tudo o que tem feito em mim, à minha mãe pelo apoio, conforto e ânimo que me dá, aos amigos que me respeitam e admiram esta minha decisão, e à comunidade do Lavradio.

Lázaro Martins (Postulante nos Filhos da Caridade) Jan 2011



publicado por apartilha às 16:17
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Una paixão: Acompanhar o povo até à vida eterna

Padre Anizan é filho da Igreja do final do século XIX. É evidente que na sua família, no Seminário menor e no Seminário de Paris, se insiste no medo à condenação eterna.

 

Falando da evangelização e da libertação do povo, fala muito da vida eterna. Numa longa oração do ano 1884 expressa-se assim:

“Todo para procurar a vida eterna para as almas. Rezar, sacrificar-me, quero ser operário da vida eterna”.

 

Padre Anizan tem uma inteligência cordial, hoje diríamos emotiva. Diante da grande miséria, diante do sofrimento do povo trabalhador do século XIX e principalmente do século XX, crê profundamente que Deus  fará justiça a todos os pobres do mundo.

O pensamento evangélico de Padre Anizan fundamenta-se na compaixão de Jesus. Jesus teve compaixão da multidão.

Há um acontecimento que dá sentido à história e ordena o caos da injustiça: a chegada do Reino de Deus, a Ressurreição de Jesus. Padre Anizan crê profundamente na vida eterna e na transfiguração definitiva do mundo.

 

A sua vida de apostolado é intensa. A sua paixão pelo povo trabalhador e todos os desfavorecidos dar-lhe-á força, ilusão, perseverança para levar adiante um projecto de evangelização que suscita na Congregação uma rejeição violenta. Nos piores momentos da sua vida, quando outro humanamente já teria renunciado, ele levanta-se de novo e prossegue o seu compromisso com o povo, de tal maneira que na Igreja nasça uma família religiosa que ponha como prioridade a evangelização do mundo operário através da paróquia em meio operário e das obras.

A sua fidelidade, a sua tenacidade, é a de um homem que leva em si uma força interior imensa. Padre Anizan crê na eficácia da evangelização do povo.

 

A fidelidade às profundas convicções do seu coração, levou Anizan a sentar-se, como seu Mestre, à mesa dos pecadores e aceitou derramar no seu coração muitas lágrimas. Mas, graças à ajuda de alguns dos seus irmãos da Congregação e do seu director espiritual, descobre nele a força invencível do Cristo Ressuscitado.

 

Há que preparar o Reino de Deus. Para ele, a salvação eterna e a transformação do mundo caminham juntas. No trabalho pelo Reino, somos somente os servidores pobres e purificados pelo Deus Crucificado e Ressuscitado.

Extractos da vida do Padre Anizan condensado por Pequi, noviço FC, Jan 2011

 



publicado por apartilha às 16:10
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A minha experiência de oração como noviço

Minha caminhada cristã muitas das vezes é difícil de separá-la da minha vida como imigrante, porque toda a minha experiência de oração começou a desenrolar-se quando cheguei a Portugal há dez anos.

Mas, essa experiência não era propriamente algo apaixonante, se não mesmo uma forma de afastar a solidão do meu caminho. Durante esses longos dez anos de imigração, a oração tem me acompanhado em todos os momentos da minha vida. Ela tem sido a bússola que me tem orientado e guiado.

 

Até à minha entrada no Instituto dos Filhos da Caridade, a minha oração era na sua génese uma oração pessoal, só minha. Era mais algo que me lembrava que há alguém a olhar para mim. Esse alguém a quem posso recorrer em qualquer momento e circunstância de vida e Ele estaria ali para me escutar.”Deus ouve-nos?” Perguntou uma criança de meu grupo de catequese. Sim, Ele nos ouve.

Engraçada, porque eu também até aquele dia tinha uma pequena dúvida se realmente Deus nos ouvia. Eu não tenho dúvidas de que Deus nos ouve, mas é verdade que é difícil escutar a voz de Deus.

 

Estamos entrincheirados num universo imbuído de certos sons que acabam por abafar a voz de Deus. Diz a Sagrada Escritura que Deus fala no silêncio e a verdade.

 

O noviciado tem-me ajudado a fazer esta experiência mística do silêncio, onde Deus me fala e eu falo com Ele.

A oração enquanto rede magnética que nos liga ao Pai Celeste tem exercido uma mudança mágica na minha vida. A oração de Laudes com um tempo de meditação, logo pela manhã, tem servido de uma boa refeição para o começo do dia. Aí, com a comunidade, encontro-me com Jesus Cristo, o Mestre e a Ele, elevo todas as minhas angústias, inquietações e a minha intercessão pelo povo.

Nesta caminhada de noviciado, é na Adoração ao Santíssimo que mais me sinto tocado. Ver e sentir com os sentidos da fé, a majestosa presença de Cristo, é realmente magnífico.

 

A Eucaristia diária também me tem ajudado a compreender o mistério escondido no partir do pão e na transformação do vinho em sangue de Cristo. Aí a Santíssima Trindade se faz presente e toma parte da nossa vida. É o próprio Deus assumindo a condição humana.

Apesar das dificuldades sentidas no início, a oração tem vindo a ocupar um lugar primordial na minha vida e creio que continuará a ocupar.

Pequi (Noviço Filhos da Caridade) Jan 2011



publicado por apartilha às 16:07
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Espiritualidade Anizan.

 

 

Olha bem para esta cruz, ela não se inclina sobre o vazio, ela cobre toda a face do globo, onde habitam os povos desta terra…

 

Um globo aberto ao infinito e ao mistério, por onde entra o amor.

Sim, olha-a bem, ela não está direita, nem hirta como a morte.

Ela se anima e vive, ela sacode a poeira da rotina que ameaça, sem cessar, minar todas as coisas e nos fazer perder a esperança… Olha-a outra vez, ela te convida à dança.

Cabe a ti dar o primeiro passo, ela te aguarda, atreve-te e a tua vida não será mais triste.


“Se alguém quiser vir após mim,… tome a sua cruz e siga-me.” (Marcos 8,34)

Não a percas de vista e repara, como ela se acomoda à letra C, se aconchega, à letra C como em Caridade…
Nem nada, nem ninguém a poderá demover!

“Estou convencido de que nem a morte nem a vida, nem o presente, nem o futuro, nem poder algum, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do Amor de Deus que está em Jesus Cristo, Senhor nosso.” (Romanos 8, 38-39).

Bernard Clairaut, f.c.

Publicado na revista Chantiers



publicado por apartilha às 14:59
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Filhos da Caridade

Quem somos?


Somos Padres e Religiosos que deixando-se seduzir pelo Senhor se entregaram ao anúncio da Boa Nova de Jesus Cristo, nos bairros operários e mais pobres.
Seguindo os passos do nosso Fundador, Padre Emílio Anizan, que fundou este Instituto, a pedido do Papa Bento XV, procuramos viver o TRIPLO IDEAL deixado pelo mesmo Padre Anizan: A Santidade, a Fecundidade Apostólica e a Opção pelos mais pobres do mundo operário.

 

Vida Pastoral


Vivemos como sacerdotes e irmãos religiosos, concretizando nas nossas vidas uma paixão por Deus e pelos pobres do nosso povo.
A nossa missão é ser testemunhas do amor de Deus no meio do nosso povo e levar a noticia de Deus aos mais afastados da Igreja.
Fazemo-lo a partir da nossa presença em paróquias missionárias e em movimentos de Acção Católica.
Estamos presentes nos subúrbios das grandes cidades, no mundo do trabalho e em bairros.
Acolhemos os mais pobres e marginalizados socialmente.

 

Vida de Oração


A vida de oração, seja ela individual ou comunitária é essencial para a nossa vida religiosa. São momentos onde juntos damos graças a Deus pelas riquezas que vamos descobrindo nos mais simples e pobres, confiando-Lhe todos os seus sofrimentos.
Acolhemos assim a sua palavra que nos interpela.

 

Vida Comunitária


A nossa vida religiosa tem a sua máxima expressão na vida comunitária. Estamos inseridos em comunidades de bairro o que nos permite partilhar as condições de vida das gentes, procurando ser um pequenino sinal do amor de Deus que nos uniu no meio do nosso povo.

O nosso sítio oficial: Les Fils de la Charité.



publicado por apartilha às 13:16
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Filhos da Caridade - Carisma

A Evangelização, vivendo em pequenas comunidades, no mundo dos mais pobres e dos trabalhadores.

O carisma é um dom do Espírito Santo para uma pessoa ou grupo de cristãos. Ele é dado pelo serviço ao mundo. O dom recebido pelos Filhos da Caridade, é a caridade de Deus para com os trabalhadores e os pobres. Os Filhos da Caridade existem para viver este amor e comunicá-lo.

 


Hoje estamos presentes em 13 países:
Portugal, Brasil, Canadá, Colômbia, Congo-Brazzaville, Congo-Kinshasa, Costa do Marfim, Cuba, Estados Unidos Espanha, Filipinas e México.
Em Portugal: Na Diocese de Setúbal: Lavradio e Setúbal.



publicado por apartilha às 13:14
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A Fraternidade Anizan.

 

Tal como o Padre Anizan, somos seduzidos pela vida pública de Jesus, evangelizando as multidões. Ele que viveu no meio dos homens, pobre, trabalhando com as próprias mãos, partilhando as suas alegrias, sofrimentos e esperanças; curou os doentes, perdoou aos pecadores, proclamou as Bem-Aventuranças e enfrentou os conflitos suscitados pelo anúncio da Boa-Nova.

Deu testemunho do Amor do Pai diante das multidões e proclamou a vinda próxima do Seu Reino.

Sempre presente ao Pai e apaixonado pelo cumprimento da Sua vontade, retirava-se durante longos períodos para rezar.
Despertou a fé de uma comunidade de discípulos, chamou os apóstolos, homens do meio do povo, formando-os e preparando-os com amor para a sua missão.

No seguimento do Padre Anizan, é no meio operário que queremos viver a nossa missão de leigos. Queremos estar ao serviço do encontro entre Deus e o povo trabalhador.
É nossa missão darmo-nos totalmente, segundo a nossa vocação, aos trabalhadores, partilhar as suas condições de vida e os seus esforços colectivos para se libertarem, anunciar-lhes o Amor do Pai, Amor libertador do qual testemunhou Jesus.

Esta missão leva-nos a encontrar homens que vivem com condições religiosas diferentes das nossas ou afirmarem não terem necessidade de acreditar em Deus. Ao acolher as suas esperanças, a sua busca, as suas culturas, as suas lutas em favor do Homem, queremos discernir os apelos que o Espírito nos dirige através deles.

No seguimento do Padre Anizan queremos viver esta vida ligados aos Filhos da Caridade.

 

A Fraternidade Anizan é um grupo de leigos jovens ou adultos, homens e mulheres, celibatários ou casados, que nasceu na Comunidade dos Filhos da Caridade do Lavradio e que se predispõe a viver a espiritualidade do Instituto dos Filhos da Caridade e assim colaborarem mais de perto na sua missão pastoral.

 



publicado por apartilha às 13:09
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